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Depois de grande expectativa em torno do citado evento … faltei! Apesar de até os meus 26 anos ter andado muito de ônibus, dessa vez não consegui me desapegar do meu carro, ou melhor, não tive coragem de encarar o “busão”. Sem querer justificar, mas já justificando, tive um dia bastante movimentado, tendo que estar em vários lugares ainda no período da manhã de hoje. Diga-se de passagem, ontem choveu cântaros aqui em BH o que ocasionou o corte no abastecimento de luz em várias localidades tendo, ainda hoje, cerca de 40.000 pessoas ficado sem energia, além de constatar que alguns semáforos não funcionavam mais, o que ocasionou alguns congestionamentos nas principais vias.

Talvez a chuva tenha prejudicado um pouco a aderência ao evento aqui em BH, mas um fato bem interessante foi verificar um aumento no número de pessoas de bicicletas nas ruas, inclusive, observei um ciclista que fixara na traseira de sua magrela o seguinte dizer impresso em papel A4: “Menos Um Carro Nas Ruas”.

Um pena! Esperei muito por este momento, mas triste foi notar uma mistura da HORA DO PLANETA (sem luz), com um DIA MUNDIAL SEM CARRO.
Enfim, espero não ter desapontado algumas pessoas. De qualquer forma, deixo aqui aberto este canal para que outras pessoas possam relatar suas experiências no dia de hoje. Deixou o carro em casa? Como foi na sua cidade?
Destaque para duas notícias que vincularam na web hoje:
CAPIXABAS NÃO ADERAM AO DIA MUNDIAL SEM CARRO
o CAPIXABA não aderiu ao DIA MUNDIAL SEM CARRO, celebrado em mais de 40 países, nesta terça-feira. Os rotineiros congestionamentos nas principais via da Grande Vitória fizeram parte da manhã dos motoristas, marcado por um elevado número de veículos circulando pelas avenidas.
KASSAB E MORAES USAM ÔNIBUS NO DIA MUNDIAL SEM CARRO EM SP
Apesar de São Paulo não participar oficialmente do Dia Mundial Sem Carro, o prefeito Gilberto Kassab e o secretário de Transportes, Alexandre de Moraes, foram trabalhar de ônibus na manhã desta terça-feira, 22. Kassab saiu de casa, em Pinheiros, pegou um ônibus na Av. Faria Lima e foi de ônibus até a Rua Martins Fontes, de onde foi apé até o Viaduto do Chá, onde fica a sede da Prefeitura.
Um grande abraço a todos,
Maurício Guimarães
Quase uma obrigação, depois de uma semana pesada de muito trabalho, domingo é o dia reservado para eventos em família. Como não seria diferente com a minha, hoje fomos ao Zoológico de BH com o intuito de mostra ao Jorge, nosso filho, todos aqueles animais que tanto chamam sua atenção em documentários de TV ou aqueles que ilustram seus livros preferidos. Domingo de sol, muitas famílias o aproveitaram imensos espaços verdes, cheios de árvores e extensas áreas gramadas, para se reunirem e, também, fazerem um “lanchinho”. Pois bem, é a respeito deste tipo de comportamento que irei tratar.
Como já é sabido das pessoas que lêem com alguma frequência o Blog AUSTRALOPITECOS, o mesmo tem como proposta apresentar idéias e pensamentos a respeito de como a civilização tem contribuído com o Meio Ambiente. Desta forma, não este post não será uma exceção, ainda mais porque estaremos tratando de assuntos já expostos neste espaço, uma vez que serão abordados temas como preservação do meio ambiente e educação ambiental.
Durante as poucas horas (cerca de 2) que eu, minha esposa e meu filho estivemos no Jardim Zoológico de BH, onde inclusive também tem o Jardim Botânico, além do aparente descuido observado nas suas instalações, bem como com o local onde se encontravam os animais, foi impressionante constatar o grande número de tendas que comercializavam lanches e produtos industrializados, além das lanchonetes oficiais. Por sua vez, esse intenso mercado aliado aos alimentos trazidos pelas famílias, poderiam se não fosse o contrário, representar um grande potencial para a degradação daquele ambiente, assim como representar um risco aos animais que estariam expostos a “boa vontade” das pessoas que deveriam achar que os mesmos passavam fome e que, portanto, mereciam um pouco de batata fria, refrigerante, pipoca ou qualquer outra coisa que lhes matariam a fome. Pois foi exatamente isso que se verificou. Talvez alguns ali pudessem ser tranquilamente comparados com algum dos primatas enjaulados.


Um grande descaso a natureza, com a própria espécie que tanto tempo demorou para chegar onde se encontra atualmente, bem como as demais, vítimas de sua irracionalidade e seu cárcere. Lixo para todo o lado. Papel de balinha, guardanapo, garrafas pet, saquinho de salgadinhos … Tudo isso dentro e fora das jaulas. A educação, seja ela ambiental ou não, é algo realmente ignorado pelas pessoas que cometiam tal crime…e olha que, certamente, eles sabiam o que estavam fazendo.
Sem querer muito entrar no mérito da responsabilidade das pessoas que mantêm o ZOO, o que inclui a sua manutenção e limpeza, primeiro gostaria de dar os parabéns ao grande número de lixeiras que lá se encontram, fazendo alusão, inclusive, ao princípio de uma coleta seletiva, ação que provavelmente demandaria uma maior proximidade com as intenções e percepções de quem frequenta o local; Depois, vale lembrar que o próprio desleixo que se observou com o local, o que não justifica o que vou agora dizer, faz com que seus frequentadores se achem no direito de contribuir com sua parcela de ignorância espalhando seu lixo. Apesar de destacar a grande área reservada ao local, bem como os grandes recintos dedicados aos animais, quando comparados com ZOOs, p. ex., de São Paulo e Rio de Janeiro, o fato é que atualmente o Jardim Zoológico e Jardim Botânico de Belo Horizonte, baseado ou não nesse desrespeito e descaso, não é um lugar que eu recomendaria a ser visitado. Espero, sinceramente que este local venha a ser tratado com mais respeito, tanto por seus gestores, como pelos seus visitantes, para que meu filho possa, em suas futuras visitas, ter mais prazer. Hoje fizeram mais sucesso os inúmeros micos e aranhas tecedeiras que proliferam sem controle por toda extensão do ZOO.


Com dizem por aí, educação vem de casa e, desta forma, segue uma foto do meu filho contribuindo para a preservação do ZOO e conscientização ambiental.


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