“A Terra produzirá o suficiente para alimentar a todos os seus habitantes quando os homens souberem administrar os bens que ela dá, segundo as leis de justiça, da caridade e de amor ao próximo. Quando a fraternidade reinar entre os diversos povos, como entre as províncias de um mesmo império, o supérfluo momentâneo de um suprirá a insuficiência momentânea do outro, e todos terão o necessário.

O rico, então, se considerará como um homem que tem uma grande quantidade de sementes. Se as plantar, produzirão ao cêntuplo para ele e para os outros. Se as comer sozinho, ou se desperdiçar o excedente do que não conseguir comer, ela não produzirão nada e delas não tirará proveito para os outros. Se as guardar em seu celeiro, os vermes a comerão”.

Texto retirado da obra O Evangelho Segundo o Espitirismo de Allan Kardec (Capítulo 25 – Observai os Pássaros do Céu).